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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Contra factos não há argumentos

Ele - Eu não punha o nome "Francisco" a um filho meu!

Nós (os suspeitos do costume - e foi mesmo em uníssono, foi um momento tão bonito!) - Porquê?

Ele - Porque viram todos gatos! Depois só ouves: "Ó Kiko!" e "Ó Chico"! E eu quero um filho, não é um bichano!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Terça feira (ontem, mas o post é agendado) foi noite do pijama cá para estes lados. Pois, não são só os homens que adoram as Noites de Mulheres! E a nossa até teve direito a manicure e filme! O resto é segredo.

Só posso adiantar que a companhia era muito muito boa e que o cansaço acumulado era muito. E por isso, tal como acontece a qualquer pessoa que esteja muito muito cansada, só saíam asneiras da nossa boca... E como eu sou muito muito querida, vou partilhar o melhor diálogo da noite (basicamente só quero envergonhar umas certa menina que publicou um post com uma conversa vergonhosa proferida por mim. Payback's a bitch!):

Ela 1 - Que filme vamos ver?
Ela 2 - É um de semi-terror!
Ela 1 - Semi-terror? Porque é que é semi-terror?
Eu - É um filme de acção mas as peças de roupa não combinam umas com as outras! Até assusta!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

É para não te armares em chique!

Anda uma gaja armada em menina da cidade, muito moderna, culta e muito fashion, sempre atenta à moda e sempre a  comprar roupa, bolsas, sapatos e botas de salto alto, a tentar manter uma reputação de moça bem sucedida, para depois ser apanhada a ter conversas com frases do género "Plantei as minhas abóboras há mais de 10 horas, já devo ter as colheitas estragadas", "Vou ali colher morangos e já volto" e "Ai as minhas couvinhas!"...


Maldito sejas Farmville!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Coisas que não aprenderia se não andasse de comboio

Bêbado - Eu tenho uma caçadeira lá em casa. (este é sempre um bom tópico para se iniciar uma conversa com um estranho - infalível, diz-se isto e a malta fica logo interessada)

Homem que falava com ele e que eu cheguei a pensar que era amigo dele mas foi-se a ver e era um perfeito desconhecido (para mim e para o bêbado, óbvio) - Ai é? (diz ele a rir-se) (ri-te, ri-te, olha que ele passa-se e depois quero-te ver a rir)

Bêbado - O que eu queria era matar a minha mulher.

Homem (o tal) - Ó homem, não faça uma coisa dessas!

Bêbado - Ah pois não faço. Eu até estive a conversar com 2 polícias lá da minha terra. Cheguei à beira deles e disse-lhes que queria matar a minha mulher mas que não ia matar. "E sabem porquê?", perguntei-lhes eu. E o senhor, sabe porquê?

(e agora nós tentamos adivinhar razões para o homem não matar a mulher... Ora bem... Gosta dela? Ná, muito óbvio... Não assinou um acordo pré-nupcial que lhe fosse vantajoso? Também não deve ser isto... Será católico e por isso não se quer divorciar? Ná, se fosse isso também não a mataria. Mas que raios, porque razão não quererá o homem matar a mulher?!)


Homem (o tal) - Não, não sei.

Bêbado - Olhe, os polícias também não sabiam. Mas eu disse-lhes. Eu cheguei à beira deles e disse-lhes: "Eu não mato a minha mulher porque vocês não sabem cozinhar".

(Aha! Por esta ninguém esperava!)

Homem (o tal) - (só abriu a boca, nem disse mais nada)

Bêbado - E é mesmo por isso. Então a minha mulher faz comida tão boa e eu ia comer para a cadeia, onde eles nem sabem cozinhar? Para que é que eu ia matá-la se depois ia comer mal?

(Realmente! O homem é bêbado mas não é burro!)

Bêbado - O senhor já foi à tropa?

Homem (o tal) - Já.

Bêbado - A comida lá também era uma merda. E ia eu matar a minha mulher para ir para a cadeia comer mal como na tropa? O c@r@lho! Eu até gosto dela! (e querias matá-la, imagina se não gostasses dela!)

Homem (o tal) - Pois, então é melhor não mata-la.

Bêbado - Claro que não vou matar a minha mulher, não sou burro. (burro não, só ligeiramente estúpido. Alem de que burro já é o Scolari.)

(depois de 10 minutos de conversas idiotas - algumas partes gravadas pelo Bloguótico):

Bêbado - Eu saio nesta estação, deixe passar! (o comboio pára neste momento)

Homem (o tal) - Eu deixo, vá lá!

Bêbado - O senhor é católico?

Homem (o tal) - Sou.

Bêbado - Então reze por mim. (nem adeus, nem xausinho nem nada)

Bêbado (dirige-se para a porta) - Abre-te vaca! (se ele tratar assim a mulher deve ser ela quem o quer matar a ele e não ao contrário)

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Uma Super razão para sair com amigos à rua

Ao passarmos por algo semelhante a isto () na rua, desenvolve-se a seguinte conversa:


Kal - Estes gajos que andam na rua com camisolas do Super-Homem metem-me um nojo! Fazem figuras de idiota, adultos a passear em camisolas com símbolos de super heróis! É coisa de crianças. Andam para aí, armados em finos! Parolos.


Salto - Tu querias uma camisola daquelas, não querias?



Kal (com ar desolado) -Desesperadamente...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A sério... Nem tentes! ;p (tenta, tenta, tenta!)

Ninja! - Parabéns pelo programa na Rádio sobre o teu blogue! Foi muito fixe!

Salto-Alto - Obrigada! Ouviste-o?

Ninja! - Não. Mas imagino que tenha sido muito fixe.

Salto-Alto - Ok.... Pois, deve ter sido.

Ninja! - É uma ideia fixe, não sabia da existência desse programa.

Salto-Alto - Mas estás a pensar candidadar-te?

Ninja! - Sei lá, nunca pensei nisso! Só soube agora do programa!

Salto-Alto - Sabes que nunca vão escolher o teu blogue, certo? Nem te candidates!

Ninja! - Porque dizes isso?

Salto-Alto - Ora bem... Já ouviste o programa alguma vez?

Ninja! - Não...

Salto-Alto - Pois... Eles escolhem 10 a 11 posts teus, lêem-nos e colocam músicas relacionadas com o conteúdo dos mesmos.

Ninja! - E?

Salto-Alto - E os posts são lidos na Rádio. Nacional. Às 21 horas e às 9h.

Ninja! - Ok. E daí?

Salto-Alto - E daí que tu só deves ter 2 ou 3 posts que não sejam ofensivos a alguma etnia, classe social, idade ou escolha sexual e não estejam repletos de palavrões disfarçados.

Ninja! - Ei, que exagero! Então e os meus 2 posts sobre os pássaros?

Salto-Alto - Os pássaros?! As cagadelas de pássaros no teu carro, queres tu dizer.

Ninja! - Pois, esses!

Salto-Alto - Além de só serem 2 ou 3, eles não vão dizer "merda" nem "cagadelas" numa rádio nacional...

Ninja! - Achas? Púdicos.

Salto-Alto - Além disso, não iam ter música para acompanhar posts sobre merda de pássaros.

Ninja! - Ai não! Então e toda a discografia dos Delfins?

Point taken.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Conversas L!ngu@rud@$ #2

(clicar na imagem para aumentar)

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Só para esclarecer,

Quando se está no café e se ouve, em voz alta e dirigido a vocês (neste caso, a mim):

"Quer ir lá para trás para cima dos sacos de farinha?",

isto não é necessariamente uma frase de engate.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Eu tenho muita sorte #1

- Porquê? -perguntam vocês.




- Não sejam cuscos! - respondo eu!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Conversas L!ngu@rud@$ #1

(clicar para aumentar)

Depois de teres publicado isto, publico eu também, ora!

Era uma conversa PRIVADA, meu menino. Engenheiros... não têm a noção de privacidade? Nem de plágio? Sim, porque a piada foi minha, logo, eu devia ter publicado e não o sr. engenheiro! E pior, publicou sem mencionar a autora de tão óptima piada e posto um link para o meu blogue! E fez isso? É o fazes! 'Tá quieto! Ai! ;)

Já que a violaste (e vai-me dar um prazer especial processar-te), agora publico também eu a minha (inteligentíssima, diga-se de passagem) piada! Ora processa-me, a ver se eu deixo! :)

P.S.: Conversas nocturnas com este senhor dão sempre sempre sempre origem a uma história para contar... E a muitas (muitas muitas) gargalhadas. Como dizem agora os miúdos, "gosto-lhe!" ;)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Conversas Nocturas

(conversa presenciada por mim ontem à noite, entre 2 pessoas na casa dos 20 anos)

Ela - Sentes-te húmido?

Ele - Não, eu uso Tena Lady.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Há gente que se acha muito importante

e que acha que pode publicar estas coisas. Se olhei e descobri é porque estava à mostra e não era feio!

E além disso, estava mesmo a combinar e NÃO foi ao acaso, digas o que disseres. Tenho dito!


P.S.: esta é uma brincadeira entre dois bons amigos que se dão mais que bem a picar-se mutuamente. Não passa disso. :)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Conversa Produtiva (que virou post interactivo)

Ele - Olha, então diz lá como vai ser na sexta-feira!

Ela - Vai ser bonito!


Ele - Oh, a sério, diz lá! A que horas vai ser?

Ela - Vai ser a uma hora jeitosa!

Sim, foi uma conversa real, era impossível imaginar isto... ;p

(e agora, a continuação da conversa imaginada pelo Dante):

Ele - E vamos fazer o quê?

Ela - Uma coisa linda.

(e agora, a continuação da conversa imaginada pelo Rafeiro Perfumado):

Ele: E onde vamos fazer a coisa linda?

Ela: Num sítio engraçado!

Ele: E onde é o sítio engraçado?

Ela: Numa zona fantástica!

Ele: E onde é a zona fantástica?

Ela: Num país fabuloso

Ele: Ok, já vi que vamos ter de sair de Portugal...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A inocência aos 4 anos

Ela - Este é o teu quarto?
Eu - Sim, é!
Ela - E esta é a tua cama?
Eu - Sim, esta é a minha cama?
Ela - Ah! É tão grande! Tu dormes aqui sozinha?
Eu - Sim, durmo! E tu, também dormes sozinha?
Ela - Eu? Eu não, eu durmo com as minhas cuecas!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

História (infelizmente) verídica…

Eu já aturei homens parvos no cinema. Já. Já ouvi comentários bem idiotas vindos de homens ainda mais idiotas durante um filme (num filme transmitido em 3D, ouvi a seguinte pérola saída do típico “engraçadinho” do grupo: “Ah, olha as maminhas da Angelina Jolie em 3D”… eu sou contra a pena de morte mas juro que naquele momento reconsiderei seriamente a minha posição…) Continuando, já aturei gajos a bater o coro a miúdas no cinema, já aturei aqueles parolinhos que vão ao cinema uma vez por ano e condensam todas as piadas e comentários patetas para bombardear naquela ida ao cinema. Mas ter um pateta-alegre abancado bem atrás de mim… Confesso que foi inédito. Estava eu ansiosa para que o filme do ano (escusado será dizer qual é) começasse, quando ouço esta conversa atrás de mim:

Gajo parvo (e que não tem a mínima noção de como relatar um acontecimento ou uma conversa) – Ah, é verdade, nem te contei, ontem liguei à Aninha!

Miúda que o acompanhava – Ai sim?

Gajo parvo – É verdade! E olha, tipo, foi uma cena do caraças! Não te contei? (claro que contaste, ela é que gosta de ter conversas com as pessoas para depois negar que as teve)

Miúda animada com uma conversa parva – Nããão, conta!

Gajo parvo – Ela mandou-me uma mensagem e eu queria, tipo, responder! Mas tipo, eu peguei no telemóvel, só que, depois, tipo, ele ficou sem bateria!

Miúda que só pode ser estúpida porque anda com um tipo assim – Ah…

Gajo parvo – Ya, tava sem bateria, percebes? (nah, é preciso um engenheiro doutorado p’ra perceber o que raio é “sem bateria”)

Miúda que só pode ser estúpida porque não reclamou que a pergunta era estúpida – Sim…

Gajo parvo – Pois. Então pronto, liguei-lhe mais tarde. (com esta é que ninguém contava...)

Miúda que só pode ser estúpida porque continuava interessada na história – Pois. (pausa, pausa, pausa) Só isso?

Gajo parvo – Não, tipo, depois liguei-lhe! Peguei no telemóvel e marquei o número dela. E depois atende-me alguém. (não pode?! Atendeu alguém?!?!)

Miúda que só pode ser estúpida porque estava a incentivá-lo a continuar o relato – Ela atendeu-te?

Gajo parvo – Sim, atendeu! Mas não era a voz dela! (ou seja, ela atendeu mas não era a voz dela. Conclusão tirada assim à maluca: não era ela?!) E então eu disse “Olá Aninha” (pausa, pausa, pausa) Só que, tipo, não era a voz dela! (pausa, pausa, pausa) E essa rapariga disse-me “Olá, queres falar com a Aninha?” (também era esperta, ele liga para o telemóvel da Aninha, chama por ela mas claro que não queria falar com ela, que estupidez! Queria encomendar uma pizza) E eu respondi: sim, quero. (pausa, pausa, pausa)

Miúda que só pode ser estúpida porque ainda o ouvia – E falaste com ela?

Gajo parvo – Ah, depois ela disse, tipo: “Ah, és o Carlinhos?” e eu disse-lhe “Sim, sou o Carlinhos” e ela disse “E queres falar com a Aninha” e eu, tipo, disse “Sim, quero”. (pausa, pausa, pausa) Ela depois respondeu-me: “Então se queres falar com ela eu vou passar”. (eu também aconselhava esse procedimento, engraçado)

Miúda que só pode ser estúpida porque veio ao cinema com este gajo – Pois…

Gajo parvo – Ya. E depois falei com ela. (pausa, pausa, pausa)

Miúda que só pode ser estúpida porque ainda o ouvia E fazia perguntas – Falaste? E o que é que ela te disse?

Gajo parvo – Oh, tipo, ela atendeu e eu pensei “Oh, a voz da Aninha tá diferente”. É que parecia que tinha estado, tipo, a chorar, percebes? (claro que ela não percebe, quem julgas que ela é? O Dr. Phill?!)

Miúda que só pode ser estúpida de tão impressionável que era – Oh!

Gajo parvo – Ya. E eu perguntei: “Então, está tudo bem?” e ela disse-me “Não, a minha mãe faleceu”.

Miúda que só pode ser estúpida porque estava interessada neste relato – Oh, coitada!

Gajo parvo – Ya, e eu perguntei-lhe: “A tua mãe faleceu?” (nah, ela tá no gozo, é uma piada tão gira!) e ela então disse-me “Sim, faleceu”. E eu disse: “desculpa lá, eu liguei-te agora e a tua mãe, tipo, faleceu” (porque ela ainda não se lembrava bem do facto, ele tinha mesmo de tar, tipo, a repetir várias vezes que a mãe dela tinha falecido) E ela “Sim”. (pausa, pausa, pausa)

Miúda que só pode ser estúpida de tão impressionável que era – E depois?

Gajo parvo – Depois eu disse “Bem, desculpa lá ter ligado agora, tipo, a tua mãe faleceu e tudo. Olha, então adeus e as melhoras p’ra isso. (as melhoras para a morte da mãe da Aninha… o tipo é um génio…)

(infelizmente, tudo o que consta neste post é verdadeiro)
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