segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Já sei que acordei de mau humor hoje. Mas não se nota pelo post.

Séries que no início eram muito boas, divertidas e "fixes", e que nas últimas temporadas foram por mim rotuladas como "Oh God, mas porque é que eu ainda vejo isto ?":


- Anatomia de Grey;
- Gossip Girl;
- Clínica Privada;
- House e Ghost Whisperer (ainda não vi a última temporada destas, estou a ganhar coragem, mas a penúltima temporada foi uma bosta);
- Scrubs.


Não sei como é que ainda vejo os episódios das últimas temporadas destas séries. Sim, porque são séries dramáticas mas que no início tinham momentos bem divertidos e tinham boas histórias nos episódios. Agora, sento-me no sofá enrolada na minha manta a ver os episódios que nessa semana saíram nos Estados Unidos e fico deprimida a cada minuto que passa da série. Eram séries que me divertiam, ainda que tivessem momentos dramáticos. 


- Alerta spoilers - quem ainda não sabe nada das novas temporadas não leia mais -


Está certo que nunca gostei da sonsa da Meredith, mas o incrível é que nesta temporada as partes em que ela aparece em Anatomia são as melhorzinhas... É que não há maneira de a história avançar! Porra! Já percebemos que houve uma fusão de hospitais e que há gente que tem de ir para a rua e já estou farta do drama "Izzie morre, ai não, espera, agora desapareceu, agora já cá está, agora é uma cabra e abandona o marido quando nas primeiras temporadas sempre foi a mais conscienciosa das personagens e agora já bazou outra vez". E ainda estou mesmo à espera que o O'Malley regresse em qualquer episódio. E vai aparecer.


Já nem falo em Clínica Privada, a Violet quase me põe em estado de depressão clínica em todas as cenas... Ya ya, já percebemos que sofreu um grande choque, foi esventrada e tal, e toda a gente sabe que isso é um bocado para o chato. Mas não é suposto prolongarem o drama por taaaaanto tempo. Afinal, para nos deprimirmos não vemos séries, vemos o debate mensal na Assembleia da República. Mas pronto, o Taye Diggs aparece na série e eu ainda os vou perdoando. Se não tivesse acumulado 6 episódios para ver e tivesse que esperar uma semana até ao episódio seguinte, tinha desistido de ver a série.


Gossip Girl... Vá, até era giro ver as maldades da Blair nas duas primeiras temporadas. Mas nunca suportei a Serena, os seus olhos de carneiro mal morto e aquela voz arrastada, que parece que está a gemer enquanto fala (e nem é um gemer bom) e que vai adormecer a qualquer momento. E agora tudo acontece naquelas vidinhas fúteis e com problemas que não lembram nem à máfia italiana. O que salva a série é mesmo o guarda-roupa das personagens femininas. Confesso que babo para aqueles vestidos e para aqueles sapatos.


Ao menos Donas de Casa Desesperadas teve temporadas boas (as 2 primeiras), muito más (as do meio) e agora esta temporada está muito melhor. Espero que aconteça o mesmo com as outras.


Conclusão: isto anda tão mau que tive que recorrer a séries como America's Next Top Model (vi 12 das 13 temporadas nestes últimos 2 meses - a série combina 3 factores que eu adoro: sapatos, roupas e fotografia, estavam à espera de quê?), voltei a ver as 10 temporadas de Friends (uma das melhores séries de sempre), continuei a ver 30 Rock, Brothers & Sisters, ..., e comecei a ver duas séries novas muito boas, que recomendo: Modern Family e Flash Forward.


E pronto, agora que já descarreguei a frustração que sinto a cada novo episódio daquelas séries cujos episódios era um prazer ver, vou ver mais episódios. :p

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Nem sei que título pôr. Olha, fica assim.

Depois de receber vários e-mails de leitores e comentadores do blogue, achei que era necessário deixar aqui um aviso/esclarecimento.
  • Em relação aos e-mails que me mandam:
Nos últimos meses recebi imensas mensagens de leitores e comentadores deste blogue no e-mail da Salto. Começo por agradecer o vosso contacto, os vossos e-mails e o carinho que muitas vezes demonstram nessas mensagens. 
Só queria esclarecer e pedir desculpa por não responder sempre aos vossos e-mails e por, naquelas ocasiões em que respondo, ser tão tardiamente. Isso sucede porque desde que "fechei" o blogue (em Maio) é muito raro consultar o e-mail da Salto.  Mesmo depois de reabrir o blogue não readquiri o hábito de voltar a consultar aquele e-mail. 
Peço desculpa principalmente àqueles que me mandaram e-mails cuja resposta era mais urgente (e aqui refiro-me principalmente à Luzinha, à Bety e ao Bruno Fehr - Bruno, por favor envia-me de novo o e-mail que me tinhas enviado porque eu fui bastante azelha e sem querer apaguei-o, estava na pasta classificado como spam e feita esperta apago-o e só depois reparo que não era spam). Vou tentar consultar o e-mail mais vezes e responder-vos sempre que possível.
  • Quanto aos comentários neste blogue (ou à ausência deles):
Já perdi a conta aos comentários em posts antigos e aos e-mails em que muitos de vós reivindicam uma oportunidade para comentar os novos posts. Fico imensamente contente em saber que ainda lêm o meu blogue e, ainda por cima, querem deixar um comentário! O meu muito obrigada por isso.


Eu não permito comentários nos novos posts por 2 razões:


1.º - porque deixei de ter tempo de responder aos mesmos e muitas vezes já nem tinha tempo de os ler todos. Voltei ao blogue por insistência dos meus amigos e de muitos leitores que insistiram comigo via e-mail e comentários. Mas a verdade é que o tempo que posso dedicar ao blogue é escasso. Já para não dizer que há meses que deixei de poder ter a leitura em dia dos vossos blogues. 


2.º - porque me cansei de receber e-mails de alguns leitores que se queixavam que comentavam o meu blogue e que eu não ia comentar o deles. E pior, recebi vários e-mails de pessoas a queixarem-se que eu ia comentar o blogue de X ou de Y e que não tinha ido comentar o deles (alguns deles especificavam mesmo o post que eu comentei, o dia e hora a que eu deixei o comentário - alerta "stalker").



Só queria deixar aqui este esclarecimento e garantir que gosto imenso de receber o vosso feedback, que respeito e me divirto imenso com os vossos comentários. Só que nos últimos meses em que escrevia assiduamente no blogue não tinha tempo para ler todos, muito menos para responder aos mesmos e depois cansei-me de receber e-mails de pessoas a queixarem-se ou que eu não lhes respondia, ou que não comentava o blogue delas quando comentavam o meu e que comentava o blogue de X ou de Y mas não o deles. Enquanto a situação se mantiver, lamento mas os comentários não vão ser permitidos. Por muito que adore o vosso feedback e por muito que me divirta a ler o que vocês têm a dizer do que eu escrevo.


Obrigada a todos por aqui virem, por me contactarem via e-mail, facebook ou comentários em posts antigos. Vou tentar responder com mais frequência e rapidez. Obrigada!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Estou...


Completamente babada pela minha Pandora. Adoro-a. :)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Contra factos não há argumentos

Ele - Eu não punha o nome "Francisco" a um filho meu!

Nós (os suspeitos do costume - e foi mesmo em uníssono, foi um momento tão bonito!) - Porquê?

Ele - Porque viram todos gatos! Depois só ouves: "Ó Kiko!" e "Ó Chico"! E eu quero um filho, não é um bichano!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Queixam-se, mas vai-se a ver e também têm uma quinta

Há dias li no mural de uma amiga minha no Facebook uma frase fantástica porque subitamente fez parecer a toda a gente que eu sou menos viciada do que o que realmente sou (quando na verdade já tive pensamentos parecidos, mas não disse a ninguém).

"Se calhar devia deixar de jogar "farmville"... hoje, ao olhar para os canteiros da avenida central tão floridos, vieram-me à cabeça uns quadradinhos amarelos e a palavra "harvest"... O.o"

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Obrigada.

Pelo pequeno-almoço na cama. Pelas mini-férias fantásticas que passamos. Por teres aprendido a cozinhar strogonoff para fazeres o almoço no nosso dia. Pelas surpresas maravilhosas. Pelos miminhos de todos os dias. Por me compreenderes sem eu ter que dizer uma única palavra. Por respeitares o meu feitio e as minhas pancas, mesmo quando não as entendes. Por seres como és e pelo que és comigo. (fica o "amo-te" nas entrelinhas)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Qualquer dia ainda vou dentro...

Estava eu, a semana passada, muito descansadinha a jogar Farmville no escritório, quando me avisam que tinha um julgamento à tarde, num Tribunal de outra cidade. Lá tive eu que plantar morangos (como demoram 4 horas até estarem prontas para se colher, eu achei que dava tempo para ir à minha vidinhe e não ficar com as colheitas estragadas) e fui almoçar mais cedo, já que o julgamento estava marcado para as 14h e ainda tinha que fazer a viagem até ao tribunal.

Depois de esperar uma hora e meia pela chamada, lá vamos nós para a sala de audiências. Entra a Juiz. Esperava eu uma senhora austera e muito arranjadinha quando me deparo com uma mulherzita que se parecia demais com a miúda do Exorcista... Além de estar com um penteado e olhos parecidos com o da miúda da foto aqui ao lado, tinha um ar aluado e não olhava para nós enquanto falava... Para dizer a verdade, mal a conseguia ouvir, estava demasiado concentrada em não me rir, fugir ou gritar.


Começa a audiência de julgamento. Ouvem-se as testemunhas. Passado um bocado, a Juiz vira-se para mim e pede-me o código civil que eu tinha levado. Eu tive medo que ela começasse a cuspir aranhas ou algo do género (pah, nunca vi O Exorcista, eu sabia lá o que podia sair dali!), então, emprestei-lho.

No fim de ouvidas as testemunhas, e por motivos que não vou aqui explicar porque este não é um blogue jurídico, a Juiz tinha que proferir a decisão de imediato. Estavamos todos em silêncio, à espera que ela falasse, quando ela levanta a cabeça muito depressa (até então tinha estado debruçada sobre o meu Código) e pareceu muito surpreendida por ninguém estar a falar. Foi então que se apercebeu que se calhar era a vez dela (é como a jogar UNO: quando ninguém pousa uma carta num espaço de 58 segundos, é porque é a nossa vez de jogar e estamos distraídos). É nesse momento que ela olha para a direita, olha para a esquerda, olha para o código e de repente grita, muito espantada: "Ah, mas eu não sei como é que se resolve isto!".
Pois. É sempre o que nós queremos ouvir da pessoa encarregue de fazer justiça e que estudou direito durante anos. A decisão ideal é sempre "Eu não sei resolver a situação".

Dei por mim a tentar não rir, não ficar de boca aberta perante a idiotice que tinha acabado de acontecer e a pensar "e agora, deitamos moeda ao ar?", quando ela diz: "Olha, pronto, vou decidir dar razão ao Autor." Falta dizer que eu representava o Réu. E sem eu conseguir evitar, sem uma ponta de bom senso activa em mim, sem pensar nas consequências, levanto-me e digo-lhe: "Ai é? Então da próxima não lhe empresto o meu Código!"

Profissionalismo acima de tudo.


(ainda por cima aquilo demorou tanto que quando voltei ao escritório já tinha as colheitas podres...)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Não quero imaginar o tamanho da coisa....

Notícia de hoje no JN:

"Peças em ouro foram furtadas, de Leiria a Setúbal, por grupo de nómadas. O principal objectivo do grupo era o furto de ouro, relógios, dinheiro e telemóveis (...).

Na revista efectuada por uma agente da PSP, segundo os autos, foram encontradas na vagina de uma das mulheres dois anéis, três brincos, três pendentes com pedras preciosas, um fio com cerca de meio metro, um relógio Omega Speed Master, duas pulseiras e duas medalhas com motivos religiosos."

Não vou comentar a quantidade de coisas que ela lá conseguiu enfiar... Não vou perguntar se ela desligava os telemóveis antes de os esconder nem vou questionar o bom gosto da senhora que escondeu na sua genitália peças com motivos religiosos...

O facto de ela esconder tudo isto na dita cuja e mesmo assim não entrar para o livro do Guinness assusta-me...

(notícia na íntegra aqui)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Depois de várias queixas ao post anterior:

Pronto, está bem... admito que o messenger faz um jeitaço naquelas horas mortas no escritório em que vemos aqueles amigos porreiros online e já não temos nada para plantar ou colher no Farmville.

Apercebo-me de que estou a envelhecer...

... quando além de não entender, reclamo por ter 6 vezes mais contactos online no messenger a partir da meia-noite do que durante todo o dia e ouço-me a proferir a frase "mas afinal esta gente não dorme?"...

O pior disto tudo é eu queixar-me disto mas ao mesmo tempo só usar o messenger para falar com as pessoas 4 ou 5 vezes por mês e para ver a janelinha aparecer no canto inferior direito a informar-me quando recebo um e-mail...